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Início - Participantes - Outros participantes

 

Outros participantes

Importante e justo mencionar várias outras participações efetivas na Expedição. O Sr.Luiz, que atuou como motorista na viagem de ida a Aruanã é uma delas. Atencioso, eficiente e solícito, esteve conosco até o momento da partida, quando retornou a Goiânia.

Os piloteiros: Ivo – que atuou de Aruanã a Sâo Félix -, Tekuala - de São Félix até Caseara, o Paladini (que não era piloteiro, mas se houve muito bem quando ficamos em uma situação difícil, no trecho Caseara a Conceição do Araguaia e depois, de Pau D'Arco a Porto Lemes, O Sr.Pedro "Leão", de Conceição a Pau D'Arco. O Sr.Chicão, de Porto Lemes a Marabá. Esses pilotos nos conduziram pelos muitos quilômetros de rios Araguaia e Tocantins com tranquilidade e perícia.

Sentimos bastante a ausência do Ivo. Animado e sempre pronto para contar um "causo" ou piada. Totalmente dedicado, foi também um exímio cozinheiro, durante todo o tempo em que esteve conosco. De fato, deixou saudades o Ivo.o piloteiro Ivo

Tekuala é um jovem Karajá, com vinte anos de idade. Um tanto mais calado, se comparado ao Ivo, também bastante solícito, tem sido de grande valia na intermediação de nossos contatos com os indígenas, nas várias aldeias pelas quais passamos.

O rio é bastante difícil de navegar em alguns trechos e a experiência e vista acurada dos pilotos é fundamental para o sucesso da Expedição.

Em Xambioá tivemos o auxílio do piloteiro prático Juarez, que nos conduziu na passagem pelas corredeiras de São Miguel, Ilha dos Martírios e as temidas e perigosas Corredeiras/Cachoeiras de Santa Izabel. Conhecedor e exímio profissional o Sr.Juarez ia discorrendo sobre as características e casos ocorridos nos trechos pelos quais passávamos, mostrando a razões pelas quais aqueles acidentes físicos são tão reverenciados por quantos atravessam suas águas e sinuosos caminhos. “A quantidade de barcos, lanchas e motores que estão sepultados nas profundezas de Santa Izabel são incalculáveis, além de muitas vidas perdidas nesse trecho”, nos dizia ele enquanto ia cruzando corredeiras, gargantas, por entre pedras imensas, umas visíveis, outras apenas suspeitáveis. Na entrada do trecho mais perigoso, Santa Izabel, nos solicitou que colocássemos os coletes salva-vidas, segundo ele, uma medida imprescindível à segurança de quantos passam pelo local, mas que alguns simplesmente desdenham, o que não raro dá margem a acidentes lamentáveis e de tristes consequências.

Em Marabá, tivemos o apoio do Sr.Sérgio, na acomodação, contratação e despacho da canoa, de volta a Goiânia. Em Marabá e Imperatriz, fomos também apoiados e ciceronizados pelo Sr.Joaquim Mamédio, primo do Olegário, cuja atenção, gentileza, solicitude e bom humor, juntamente com seus filhos e gentil esposa, fazem-os inesquecíveis, na história dessa viagem e aventura.